Mostrando postagens com marcador CINEMA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CINEMA. Mostrar todas as postagens
O filme John Wick: de volta ao jogo é considerado por muitos um dos melhores filmes de ação dessa nova geração, sendo considerado também o consagração de Keanu Reeves ao gênero que o tornou famoso. 
Esse sucesso de crítica e público, foi dirigido por Chad Stahelski e David Leitch, os quais admitiram serem grandes admiradores de animes e filmes de artes marciais. Após o sucesso do primeiro filme parece a Lions Gate abriu a carteira, e o segundo capítulo da saga do ex-assassino Wick terá um orçamento ainda maior e trará alguns astros, como Common e Laurence Fishburne. Confira agora o trailer completo desse épico contemporâneo da pancadaria:


John Wick: Chapter Two estréia no Brasil em 9 de fevereiro de 2017.


O novo filme dos Power Rangers produzido pela Lions Gate (Jogos Vorazes) ganhou seu primeiro teaser, confira:


Dacre Montgomery será o Ranger Vermelho, Naomi Scott o Ranger Rosa, Ludi Lin o Ranger Preto, Becky G será o Ranger Amarelo, RJ Cyler o Ranger Azul e Elizabeth Banks será a vilã Rita Repulsa. Bryan Cranston, o astro de Breaking Bad, será o Zordon. Bill Hader será o robô Alpha. A direção fica por conta de Dean Israelite e o roteiro por Ashley Miller e Zack Stentz, que trabalharam em Xmen: Primeira Classe. O filme estréia 24 de março de 2017.



Descrito como uma reinvenção contemporânea do clássico literário de William Peter Blatty, a adaptação televisa de "O Exorcista" que estreou na FOX no último dia 23, está dando o que falar. Estrelada por Alfonso Herrera (Sense 8), Ben Daniels (Doom) e a veterana Geena Davis (Beetlejuice), esse thriller psicológico aborda a história de um jovem líder de uma pequena paróquia e padre experiente, tentando ajudar uma família envolvida num caso de possessão demoníaca. Segundo o produtor Jeremy Slater (Renascida do Inferno), o quinto episódio da série, que estréia 21 de outubro nos EUA, trará um caso de um exorcismo real. Então, mantenha as luzes acesas.


Jeremy Slater escreveu o roteiro da adaptação. Já o piloto foi dirigido por Rupert Wyatt (Planeta dos Macacos – A Origem). O Exorcista é uma das principais novidades da Fox para a programação deste ano, e foi alvo de muitos elogios por parte da crítica especializada, estando bem classificado no Rotten Tomatoes.
 

As trilhas sonoras do Studio Ghibli de Hayao Miyazaki, são, em sua maioria, compostas por Joe Hisaishi, que desde os anos 80 já compôs mais de 100 trilhas sonoras de filmes e animações diversos. Apesar de ter um estilo de som diferente, a música de Hisaishi é conhecida por saber como conhecer, explorar e incorporar diferentes gêneros musicais, incluindo o estilo minimalista, eletrônica e japonesa clássica.
Um fã compilou diversas músicas em piano que estão presentes em filmes do Studio Ghibli, dentre elas, algumas encontradas em Princess Mononoke, Porco Rosso e Ponyo, todas criações de Hisaishi. Apenas relaxem:


Memórias (Memories, 1995)
O Japão é um país com uma cultura fascinante. Seus mangás e animes são apreciados no mundo todo. Sendo alguns deles ainda mais significantes, como Memórias, uma incrível animação de ficção científica japonesa, que fora lançada em meados dos anos 90, e que teve Katsuhiro Otomo – o célebre criador de outro grande clássico japonês da ficção científica, Akira – como produtor executivo.
Memórias é uma antologia, ou seja, uma coletânea de histórias animadas, que são três: Rosa Magnética (Magnetic Rose), Bomba Fedorenta (Sting Bomb) e Carga de Canhão (Cannon Fodder). Katsuhiro Otomo assina os três contos, sendo Rosa Magnética um trabalho conjunto com Satoshi Kon, que fora conhecido por trabalhos realmente surpreendentes, como o psicodélico Paprika. No ano de 2001, a relevante revista japonesa Animage classificou Memórias na posição 68 das 100 maiores produções de anime de todos os tempos. O filme teve uma recepção bastante favorável mundialmente, sobretudo em relação ao conto Rosa Magnética, que é por onde iremos começar.

Rosa Magnética
Dirigido por Kōji Morimoto (Animatrix, 2003), o primeiro conto de Memórias é talvez o seu conto mais fascinante, este se revela como uma verdadeira opera espacial em seu sentido mais literal, com trilha sonora da incrivelmente talentosa compositora Yoko Kanno.
O conto narra a história de um grupo de trabalhadores astronautas que, a bordo do cargueiro espacial Corona, se deparam com um estranho sinal, um pedido de socorro. Logo a tripulação da Corona descobre que o sinal é emitido por algo em meio a ruínas espaciais que orbitam uma antiga estação espacial. Heintz e Miguel, dois tripulantes da Corona, são enviados para investigar, e logo são engolfados por uma imponente força magnética que os leva para o interior de uma misteriosa nave, a qual mais se parece com um lúgubre cemitério.
A nave, decorada em um estilo nitidamente europeu, parece totalmente abandonada a um primeiro momento, imersa numa palpável desolação. Mas logo Heintz e Miguel descobrirão os segredos que envolvem a Rosa Magnética, a qual abriga uma soturna e operística história de amor e perda.


Bomba Fedorenta
Após ser tragado pela tristeza da Rosa Magnética, a satírica Bomba Fedorenta nos leva aos risos outra vez. Dirigido por Tensai Okamura (Medabots, 1999), esse conto é uma verdadeira comédia de ficção científica, com um roteiro simples, porém ainda assim interessante.Tudo tem início quando o pesquisador Nobuo toma uma e começa a sentir sintomas de um resfriado. Ele vai trabalhar ainda assim e, no laboratório, começa a se sentir bastante doente. Enquanto procura por um medicamento que alivie os sintomas de sua grime, se depara com um frasco com pílulas. Confundindo a substância no frasco com uma simples aspirina, Nobuo dá início a uma avassaladora reação em cadeia. Após ingerir as pílulas, ele adormece e, ao acordar, todos no laboratório se encontram "dormindo". Nobuo ainda não sabe, mas acabou de se transformar numa perigosa arma biológica que, auxliada por suas próprias trapalhadas, pode acabar com todas as formas de vida do planeta.

Carga de Canhão
Dirigido e, como todas os outros contos de Memórias, roteirizado pelo próprio Katsuhiro Otomo, Carga de Canhão é outra interessante história que vale a pena ser vista. Em tom satírico, esse conto nos leva para dentro de uma cidade onde a guerra compõe seus principais alicerces. Nesta cidade ou nação, todos seus habitantes só possuem um objetivo real: bombardear e aniquilar o inimigo. Mulheres trabalham fabricando munição, homens trabalham cuidando dos armamentos, e até as crianças vivem pela guerra, aprendendo desde cedo nas disciplinas escolares o que é preciso para guerrear. Descobrimos que carga de Canhão é uma interessante metáfora e uma formidável sátira das guerras.


No meu último aniversário recebi um presente de um amigo via Steam: o jogo This War of Mine, lançado em 2014 e produzido pela 11 bit studio. O amigo, do presente, comentou brevemente que o jogo por si nos levava para uma perspectiva bastante sombria e lúgubre, e que não era recomendado para pessoas muito sensíveis, pois lidava de forma bastante realista com alguns temas, que poderiam até mesmo agravar o caso de alguém depressivo ou propenso à depressão. De acordo com o julgamento desse mesmo amigo, eu não tinha esse perfil, sendo considerado por ele um cara "forte".


Óbvio que com essa propaganda toda não é difícil ficar instigado pelo jogo. "Não pode ser tão triste assim", você diz, em notório tom de desafio. E, apesar de ficar com vontade de descobrir por conta própria se o jogo realmente era o que prometia, na época estava jogando – ou melhor, degustando – outro jogo: The Witcher; sendo que boa parte de meu escasso tempo disponível se concentrava na saga do bruxo Geralt de Rivia, a qual sou fã em absoluto. De tal modo somente após aproximadamente seis meses que vim, de fato, a jogar This War of Mine.

Antes de começar a falar do jogo, é preciso deixar claro que em This War of Mine não jogamos com heróis, muito menos com vilões – mesmo que, até certo ponto, possamos ser levados a atos estoicos ou considerados hediondos em nossa sociedade. Em This War of Mine, não somos soldados de elite, não somos nem de perto guerreiros poderosos e invencíveis: somos pessoas comuns, pessoas como eu ou você, com profissões normais, que vão de jornalista a bombeiro; pessoas que foram mergulhadas contra a vontade numa situação terrivelmente destrutiva, que os leva a questionar se a sobrevivência vale a pena. Jogamos com vários personagens distintos, cada um com sua habilidade especial e modo de pensar, e isso se reflete in game. 

Um deles, antes do conflito, fora um jogador de futebol, e é capaz de correr mais rápido que qualquer outro. Outro trabalhou descarregando materiais pesados, sendo capaz de levar consigo bastante suprimento. Também é possível jogar com personagens com enorme lábia e persuasão, capazes de barganhar os melhores preços e produtos. E também com aqueles hábeis no combate, que saberiam proteger muito bem o abrigo ou enfrentar inimigos armados. Ladra; jornalista. Apresentador de programa de culinária. Vários personagens à disposição, cada um com sua história. E caso queira uma imersão ainda mais profunda, é possível criar seus próprios personagens, quem sabe até se inserindo no jogo, e, apesar da perspectiva nitidamente mórbida, inserindo também amigos e familiares.

No jogo também é possível negociar e até mesmo salvar outros sobreviventes, como também é possível matá-los.

O jogo foi inspirado foi no terrível Cerco de Sarajevo, o mais longo cerco da história da guerra moderna, que durou de 5 de abril de 1992 a 29 de fevereiro de 1996, durante a Guerra da Bósnia. Nesse conflito se envolveram as mal equipadas forças da Bósnia e Herzegovina, ante o Exército da República da Srpska e o Exército Popular da Iugoslávia, situados nas colinas que rodeiam Sarajevo. Sendo assim, em This War of Mine jogamos com grupos de civis em meio ao conflito, pessoas que foram praticamente aprisionadas na cidade e que, sem alternativa, precisam encontrar um modo de sobreviver. 

A cidade está sitiada, o inverno está chegando, remédios e comida se tornaram tão escassos que até os pútridos ratos se tornaram apetitosos; e o perigo de ser alvejado por um franco-atirador nos observa a todo instante, enquanto que no abrigo, um lugar improvisado que poucos ousam chamar de lar, não há em momento algum a sensação de segurança, e dormir se torna uma obrigação, porque você nunca sabe se à noite alguém invadirá a casa e colocará uma faca em seu pescoço, você nunca terá a certeza se voltará a acordar no dia seguinte ou se sobreviverá enquanto explora a cidade em busca de suprimentos. Isso é This War of Mine.

E, assim que comecei a jogar, This War of Mine reavivou minha memória, me fazendo lembrar de um filme que vi quando criança, que também se passava nos dias mais cruéis de Sarajevo.



"Um Tiro no Coração (Shot Through The Heart, 1998)", era esse o nome do filme. Fora baseado numa história verídica de dois amigos, um sérvio e outro bósnio e muçulmano, atiradores olímpicos, que devido ao escárnio da dona Fortuna, terminaram em lados opostos da guerra. Um longa que definitivamente vale a pena ser visto e revisto.





Voltando ao jogo: This War of Mine tem uma jogabilidade bastante simples, mas que pode representar um grande desafio, inclusive para os jogadores mais experientes. O jogo é jogado através da sucessão dos dias, divididos em manhãs e noites. Não há como salvar o jogo rapidamente, os check points só surgem após o fim dos dois turnos. Sendo que, se um personagem morrer, não há como voltar para o dia anterior.

Durante o dia, seus personagens precisam organizar o abrigo, criando ferramentas, objetos como armas, e fortalecendo a segurança do lugar, além de ser fundamental gerir bem seus recursos; pois há a necessidade constante de comida, água, medicamentos (esparadrapos, medicamentos fitoterápicos e fármacos de melhor qualidade), além de outros itens, alguns aparentemente supérfluos, mas que vocês saberão o quão necessários são para algumas pessoas em situações tão extremas, itens como cigarros, álcool e livros.



Mas quando a noite chega e a escuridão se torna um algoz é preciso se decidir; primeiramente, decidir quem vai ficar no abrigo e quem vai sair e explorar as circunvizinhanças, as quais estão tomadas por bandidos, desertores do exército e civis que não hesitariam em estourar à sua cabeça caso você invada sua casa e ponha em risco as pessoas que ama. Mas, para sobreviver em This War of Mine é preciso realmente sair do abrigo e explorar as ruínas em guerra. É preciso pilhar. Revirar o lixo, vasculhar casas abandonadas, e, infelizmente, às vezes, também roubar. Não, você não está simplesmente roubando de um banco ou de alguém com recursos infinitos, em This War of Mine roubamos de pessoas que, assim como os personagens (assim como nós), só estão tentando sobreviver. Neste jogo, as escolhas têm um preço. E na maioria das vezes são preços altos demais para pessoas comuns pagarem. Preços que afetam as consciências dos personagens, podendo-os levar à depressão. E, por conseguinte, à autodestruição. Uma escolha pode fragmentar para sempre uma mente, em This War of Mine. Trazer para perto a insanidade que nos abraça e inunda, e nos aproxima mais da própria morte. Você roubaria comida de um mendigo sabendo que ele morreria de fome? Você roubaria os remédios de uma senhora idosa sabendo que, sem os quais, ela inevitavelmente morreria?







Escolhas boas; escolhas ruins. 

This War of Mine está cheio delas: escolhas. Mas, dizem por aí que na guerra não existem escolhas boas ou ruins, não é mesmo? Dizem que na guerra existe apenas a sobrevivência. E, nesse jogo, quando mais cedo aprendermos essa cruel e realista lição, mais chances temos de sobreviver.
Por fim, This War of Mine vale muito a pena ser jogado. E aquele meu amigo estava certo, o jogo não é para todos. É realmente um jogo lúgubre e desprovido de conquistas, mas que pode servir muito bem de experiência, nos mostrando que não estamos imunes aos males da guerra. Pois o mundo desde que é mundo e conheceu os homens aprendeu sobre as guerras e nunca mais se esqueceu delas. Elas estão por toda a parte, e podem querer nos visitar a qualquer instante.Talvez This War of Mine seja o melhor jogo anti-guerra já feito. E definitivamente você PRECISA jogar. Mas, antes, uma última pergunta: você está preparado?






A internet veio abaixo após a confirmação do personagem Exterminador (Deathstroke) no novo filme do Batman, que deve estrear em 2018. Há algumas semanas, Ben Affleck, que dará vida ao homem morcego como ator e também como diretor e roteirista, ao lado de Geoff Johns, compartilhou em suas redes sociais um vídeo de alguns segundos do vilão no set de filmagens do filme da Liga da Justiça, filme que ainda encontra-se em gravação.

Recentemente, enquanto promovia seu novo filme, O Contador, Affleck falou um pouco a respeito da escolha do Exterminador para ser o vilão principal de seu filme:

"Ele é um grande vilão porque – eu tive o instinto que ele [Exterminador] combinaria com o filme muito bem. Você sabe, sou um grande admirador do personagem, especialmente nos Novos 52, a forma que eles fizeram o Exterminador, pensei que aquilo poderia funcionar”.

O cineasta também comentou das semelhanças entre o herói e o vilão:

“É difícil dizer exatamente o que é. Eu acho que a reação falou por si. Parece apenas uma grande contrapartida para o Batman. Eles são semelhantes em termos de qualificações, eles são semelhantes em termos de tom, e ele nunca foi utilizado em um filme antes que é muito, muito emocionante."

O ator americano Joe Manganiello, após ser especulado por meses para interpretar o personagem, estando entre os preferidos dos fãs, foi confirmado no último mês no papel. Desde então Manganiello parece bastante empolgado com o projeto, publicando em suas redes sociais seu extenso material de pesquisa para viver o mercenário:


Enquanto que Ben Affleck, quando questionado sobre Joe Manganiello como Exterminador no filme, foi sucinto:

"Ele é grande e ele vai ser grande no filme!”

Criado por Marv Wolfman e George Pérez em 1980, Slade Joseph Wilson era um soldado dos EUA que foi submetido a experimentos misteriosos. Transformado em meta-humano, utiliza suas habilidade surpreendentes para ganhar a vida como mercenário, enfrentando diversos inimigos da galeria de personagens da DC, sobretudo o grupo de heróis conhecido como Titãs. 
Dirigido por Zack Snyder, Liga da Justiça só estreia em 16 de novembro do ano que vem. Mas, enquanto o filme não chega, fãs criaram um trailer que nos dá um pequeno vislumbre de como seria um embate do homem-morcego contra o maior mercenário dos quadrinhos. Fiquem com esse incrível trabalho feito pelos fãs:

Gantz é uma ficção científica para adultos, conhecida pela violência extrema e pesado conteúdo sexual. No entanto, Gantz vai muito além, explorando as camadas mais profundas de seus personagens, enquanto batalham em um universo sádico pela continuidade de suas próprias existências.
Ódio; amor; egoísmo; amizade; Gantz, com seu plano de fundo tomado por uma visceral violência, explora os recônditos mais belos e mais sombrios das pessoas, percorrendo em alta velocidade por uma estrada de sangue e explosões, das facetas mais nobres às mais vis do que é, de fato, ser humano.
Originalmente, Gantz surgiu como uma série de mangá, escrita pelo mangaka japonês Hiroya Oku, publicada originalmente pela revista Weekly Young Jump de 2000 a 2013. A arte do mangá é famosa por utilizar de primorosos cenários constituídos em computação gráfica juntamente com bonitos desenhos manuais. No Brasil, a partir de 2007 o mangá é publicado pela editora Panine.
E tudo começa quando, Kei Kurono, um jovem que a princípio se demonstra bastante individualista, se depara na estação de metrô com um velho amigo de infância, Masaru Katou. Inesperadamente, um mendigo cai nos trilhos e prontamente o generoso Katou parte para ajudá-lo. E mesmo com a iminência da chegada do trem, ninguém demonstra interesse em ajudar Katou a içar o mendigo dali, até que este reconhece seu velho amigo Kei em meio a aglomeração e pede sua ajuda. Com relutância Kei decide ajudá-lo e juntos salvam o homem, todavia, é tarde demais, pois fatalmente os dois acabam morrendo nos trilhos com a chegada do trem. 
A partir daí a morte perde temporariamente seu significado, ao menos para Kei e Katou, que são transportados para uma sala estranha juntamente com outras pessoas, onde, ao centro, há uma misteriosa esfera negra. A esfera então emite um som, uma bizarra canção, e conduz Kei e Katou, além dos outros estranhos na sala, para uma missão: eliminar, o que lhes parece, um feio alienígena. Para isso, a esfera lhes concede um arsenal de alta tecnologia a afim de que cumpram essa perigosa missão, principalmente uma armadura, de um material desconhecido e semelhante ao couro, a qual se demonstra capaz de fornecer incrível proteção. Agora, Kei e Katou deverão correr contra o tempo, sua missão é acabar com o alienígena e sobreviver ao sádico "jogo" imposto pela esfera dentro do tempo estipulado. 
Em meados dos anos 2000, Gantz recebeu uma adaptação em anime de 13 episódios pelo estúdio Gonzo, e uma sequência direta, intitulada Gantz Second Stage, também com 13 episódios. E em 2009 foi anunciado que dois filmes live-action baseados em Gantz estavam em produção. O primeiro foi chamado simplesmente de Gantz, enquanto o segundo de Gantz: Perfect Answer, e ambos os filmes foram lançados no ano de 2011, sendo o primeiro em janeiro e o segundo em abril. Os filmes foram exibidos em várias salas de cinema do mundo, incluindo uma exibição de uma noite em várias salas americanas, dublado em inglês.
É interessante que mesmo após três anos do fim do mangá, aparentemente Gantz não perdeu o fôlego. Rumores sobre um novo mangá spin-off sempre estão por aí. E principalmente um longa-metragem, dessa vez em animação CGI, foi anunciado em novembro de 2015. E em abril de 2016 o título do novo longa foi finalmente anunciado: Gantz: O.
Gantz: O será baseado no arco de Osaka do mangá, um dos mais prestigiados pelos fãs, e dará enfoque ao personagem Katou. O longa metragem tem direção de Keiichi Sato, diretor de Saint Seiya: Legend of Sanctuary, e será lançado no Japão em 14 de Outubro de 2016. Ou seja, em apenas 10 dias!Gantz é, sem dúvida, um enorme sucesso. E, talvez, como aquelas pessoas desconhecidas naquela misteriosa sala da esfera negra, Gantz se recuse a morrer. Pois, o tempo está passando e a missão ainda não foi concluída. E se depender da legião de fãs, sempre teremos novas missões.
Desventuras em Série é uma famosa série de livros escrita por Lemony Snicket (pseundônimo de Daniel Handler) e ilustrada por Brett Helquist. Os livros, 13 ao todo, narram as aventuras de três crianças, os orfãos Baudelaire – Violet, Sunny e Klaus, que após a morte de seus pais em um terrível e misterioso incendio, ficam sob a guarda do assustador Conde Olaf, que fará de tudo para colocar as mãos em suas heranças.
Desventuras em Série é uma série bem sucedida, vendendo milhares de cópias em diversos idiomas, conhecida por fazer diversas alusões a diversas outras obras da literatura e da cultura pop como um todo.





Um filme foi lançado em 2004, tendo o astro Jim Carrey no papel do maligno Conde Olaf, seu roteiro adaptou o enredo dos três primeiros livros, recebendo o Oscar de Melhor Maquiagem.

A Netflix, o mais famoso canal de streaming do mundo, está desenvolvendo uma adaptação da série e o lançamento mundial foi anunciado para 13 de janeiro. Com 8 episódios, essa nova produção original Netflix dos produtores Barry Sonnenfeld e Daniel Handler, o próprio autor, contará com o ator Neil Patrick Harris, dando vida ao Conde Olaf. Fiquem com o teaser divulgado pela Netflix:

Carbono Alterado é um dos maiores clássicos da literatura cyberpunk e vai ganhar uma série pela Netflix. Esse romance de ficção científica foi lançado em 2002 e escrito pelo britânico Richard K. Morgan. A história se passa aproximadamente 500 anos no futuro, num século onde a tecnologia avançou tanto que, morrer - ao menos, morrer para sempre -, nem sempre é possível. Pois os humanos possuem um implante cortical onde suas consciências são armazenadas, sendo assim, caso o indivíduo seja morto por qualquer motivo que seja, é possível fazer o download desta consciência e adicioná-la num corpo novinho em folha - ou nem tão novo assim, como vão descobrir logo adiante.

Takeshi Kovacs, é o protagonista de Carbono Alterado e um os grandes expoentes da literatura cyberpunk. Kovacs foi um descendente de japoneses do leste europeu, e viveu uma vida criminosa na juventude até se alistar no serviço militar, onde se tornou um "enviado", uma espécie de super soldado do futuro, uma inteligente máquina de matar criada pelo governo com o intuito de esmagar rebeliões em colônias interplanetárias. Anos depois, ao abandonar sua força de elite, Takeshi retornou à vida criminosa e se tornou um mercenário, sendo temido por sua extrema habilidade, até ser capturado e "morto", tendo sua consciência - uma habilidosa consciência, por sinal - "aprisionada". Mais tarde Kovacs é reintegrado à vida no corpo de um ex-policial e contratado por um milionário, um "matusa", um ser humano que atingiu uma espécie de virtual imortalidade através da transmissão constante de consciência entre corpos. Esse poderoso homem chamado Laurens Bancroft, contrata Kovacs para descobrir quem assassinou seu último corpo. As investigações da polícia apontam que Bancroft cometeu suicídio, mas o próprio Bancroft não acredita nisso. A partir de então a epopeia de Kovacs se reinicia nesse novo corpo, nessa nova vida, uma vida assombrada por inúmeros fantasmas do passado. Kovacs enfrentará perigosos inimigos, tendo de aprender a lidar com a atração que sente por Kristin Ortega, a mulher que amava o dono do corpo em que ele fora realocado, ao passo que, se redescobre como um novo indivíduo, numa complexa saga existencialista.

Para tal, os "enviados" como Kovacs, possuem uma série de habilidades. Eles são capazes de acessarem suas memórias de forma precisa, mesmo os detalhes mais minuciosos, são também capazes de discernir padrões de eventos aparentemente não relacionados, possuem conhecimento avançado de linguagem corporal e tonalidade vocal, alto poder de persuasão, além de serem capazes de manipular respostas fisiológicas e psicológicas, tais como medo e raiva, à vontade. Sem contar todo o avançado treinamento militar que foram submetidos.
O livro recebeu o prêmio Philip K. Dick de melhor romance, em 2003, e logo depois foram lançadas as continuações da história, fechando a trilogia Takeshi Kovacs. São elas: Broken Angels (2003) e Woken Furies (2005). A saga de Takeshi não possui uma edição brasileira, mas é possível adquirir a edição lançada em português de Portugal através de grandes livrarias brasileiras, via encomenda. A Editora Bertrand pretende lançar a trilogia aqui no Brasil e, segundo rumores, ainda em 2016.
Joel Kinnaman, o ator sueco que dará vida a Takeshi Kovacs.
A série, pela Netflix, está prevista para ser lançada já em 2017, e tem 10 episódios encomendados. Em 12 de maio deste ano, foi anunciado que o ator em ascensão Joel Kinnaman (Robocop, Esquadrão Suicida) iria estrelar como o protagonista Takeshi Kovacs, além de James Purefoy, como Bancroft e Martha Higared, como Ortega. Miguel Sapochnik (Repo Man, 2010) dirigiria o episódio piloto.